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Creme Dental Oferece Proteção aos Dentes

Está mais que comprovado a eficiência que os produtos bucais tem para manter uma boa saúde intraoral. E dentre eles, podemos encontrar o creme dental Prevent. O creme dental Prevent é considerado pela desenvolvedora como a melhor pasta de dente voltada para evitar problemas oriundos de placa bacteriana.

Creme dental Prevent é um produto da marca Colgate que contém ingredientes ativos que combatem a formação da placa bacteriana na boca. Além disso, esse creme dental antiplaca possui uma ação antibacteriana, garantindo também que a proteção e a higiene dental estarão sempre em dia.

A placa bacteriana, por sua vez, causa muitos problemas como por exemplo o sangramento gengival e inflamações dos mais diversos tipos. Todavia, essas são apenas as principais formas que a saúde bucal é atacada. Mas foi para evitar isso que esse produto foi desenvolvido.

Ficou curioso sobre o assunto e deseja saber mais sobre o produto? Confira aqui conosco!

Como o creme dental Prevent funciona? E para quê serve?

A pergunta que deve estar na sua cabeça agora é: para que serve o creme dental Prevent? Esse produto serve para proteger e higienizar os dentes e a boca justamente por possuir uma ação contra a placa bacteriana. Dessa maneira, os ingredientes que compõe o creme dental Prevent se alojam sobre a gengiva e também sobre a superfície dos dentes, protegendo e agindo contra as bactérias.

Porém, para poder fazer um bom efeito, é aconselhado que seja feita a escovação com o produto pelo menos três vezes ao dia, após cada refeição. Sendo assim, deve ser colocada uma quantidade equivalente ao tamanho de uma ervilha.

Após isso, é aconselhado que seja feito o processo de escovar os dentes por cerca de três minutos. De tal maneira, a pasta de dente Prevent serve para combater os principais incômodos que podem gerar problemas como a periodontite.

Qual é a diferença entre essa pasta de dente e as outras presentes no mercado?

O que diferencia esse creme dental dos demais é a presença de três itens importantes em sua composição. São eles:

  • Triclosan;
  • Citrato de Zinco;
  • Flúor.

Esses componentes agem de forma conjunta para combater diversos problemas além da formação de placa bacteriana, como a formação de cárie, por exemplo, Entretanto, eles também garantem uma maior proteção dental e um hálito com sensação de frescor.

De tal maneira, o diferencial dessa linha é o comprometimento que ela possui contra problemas que geram grande desconforto na saúde bucal. Vale ressaltar que o citrato de Zinco é um dos pontos mais fortes pela forte função que ele possui no combate às bactérias que geram gengivite e mau hálito.

Quando é indicado o uso dessa pasta de dente?

O uso do produto pode ser feito com a recomendação do dentista após uma consulta de rotina. Entretanto, normalmente o profissional indicará a pasta de dente Prevent caso exista a ocorrência de problemas na gengiva.

Mas caso o paciente sinta a necessidade de usar esse creme dental, ele pode conversar com o dentista a respeito, e pedir uma indicação. Os dois problemas que mais podem gerar desconfortos são o sangramento e também o mau hálito.

Sendo assim, o paciente pode passar a utilizar esse produto para reverter as eventuais adversidades que ele apresentar. Todavia, é válido lembrar que sempre deve-se falar com um dentista de confiança antes de comprar qualquer produto. E existem contraindicações?

Não existem contraindicações para o uso deste produto, entretanto existem algumas advertências e cuidados que devem ser tomados. Confira-os abaixo:

  • Respeitar a quantidade suficiente para colocar na escova, principalmente para crianças abaixo de 6 anos de idade;
  • Consultar um dentista caso exista uma outra forma de contato com o flúor;
  • Não ingerir a pasta de dente em hipótese alguma;
  • Caso o uso gere alguma irritação, é aconselhado que a utilização do produto seja suspenso e que se procure um dentista o mais rápido possível;
  • Se existir um contato do produto com os olhos, é necessário lavar com bastante água corrente;

O produto deve ser guardado em um local que não o deixe exposto à uma grande quantidade de calor. Uma vez seguidas essas recomendações, é possível evitar que eventuais problemas venham a aparecer. Mas nunca se esqueça: caso apresente quaisquer problemas, consulte o dentista para analisar se algo está errado.

gengivectomia

Gengivectomia o Que é e Como Funciona

Ter um sorriso bonito e saudável é o desejo da maioria das pessoas. Afinal, ele é o nosso primeiro cartão de visitas. Entretanto, nem todo mundo se sente à vontade para sorrir, pois apresenta o sorriso gengival. Esse termo se refere à desproporção entre a gengiva e os dentes. Dessa forma, quando o paciente sorri, uma porção maior da gengiva aparece. Felizmente, essa condição tem solução: a gengivectomia. Você sabe do que se trata?

O que é a gengivectomia?

A gengivectomia é uma cirurgia para remoção do excesso de gengiva do paciente que apresenta sorriso gengival. Com isso, é possível corrigir a desproporção, deixando o sorriso mais harmônico e, consequentemente, mais bonito. Mas não é somente isso.

Há pacientes em que a desproporção da gengiva foi causada por problemas periodontais, como a gengivite — inflamação das gengivas. Por essa razão, o procedimento não é somente para fins estéticos.

Como é feita a gengivectomia?

Embora seja uma cirurgia, saiba que a gengivectomia é um procedimento simples, feito em consultório mesmo e sob anestesia local. Nele, o cirurgião-dentista remove o excesso de gengiva com um bisturi. Geralmente, são removidos entre 1 a 2 milímetros de tecido ao redor dos dentes. Todo o tratamento pode levar entre 30 minutos a 2 horas, dependendo da quantidade de gengiva a ser removida.

Qual é a diferença entre gengivectomia e gengivoplastia?

Outro procedimento bem semelhante à gengivectomia é a gengivoplastia. Você já ouviu falar dela? Na verdade, a técnica cirúrgica é exatamente a mesma. O que modifica é a finalidade de cada uma.

Enquanto a gengivectomia é realizada para retirada do excesso de tecido causado por uma inflamação ou hiperplasia, causando um sorriso gengival e comprometendo a saúde bucal, a gengivoplastia faz o contorno dos dentes, nem sempre apresenta uma hiperplasia e tem um objetivo mais estético. Ou seja, a primeira é indicada para quem sofre de alguma maneira com o excesso do tecido, prejudicando a saúde bucal e deixando o sorriso gengival.

Já a segunda é recomendada para quem quer ter um sorriso mais harmônico, mas não necessariamente vinculado à sobra de gengiva.

Para quem ela é indicada?

Como disse, a gengivectomia tem indicações mais voltadas para a questão da saúde bucal e o sorriso gengival. Quando há tecido remanescente, pode ser mais difícil fazer uma boa higienização, o que leva a infecções e a inflamações recorrentes na gengiva. Já o sorriso gengival pode comprometer a autoestima do paciente e afetar o seu bem-estar.

Quando há vergonha em sorrir devido à desarmonia entre gengiva e dentes, a pessoa restringe uma das coisas mais gostosas da vida: dar boas risadas junto de quem se ama.

Como é a recuperação da gengivectomia?

A recuperação da gengivectomia pode ser um pouco chata nos primeiros dias, pois a gengiva fica vermelha e inchada. Entretanto, tomando os cuidados, em pouco tempo o incômodo acaba. O pós-operatório se assemelha ao de outras cirurgias bucais, como as extrações.

Dessa maneira, deve-se evitar consumir alimentos duros, além de comidas e bebidas quentes, pois podem causar sangramentos. Aliás, é recomendado ingerir líquidos gelados justamente para prevenir hemorragias. Também é indicado evitar esforço físico nos primeiros 3 dias, pelo mesmo motivo.

A cicatrização ocorre em 30 dias, aproximadamente. Viu como a gengivectomia pode ajudar a recuperar a autoestima e o bem-estar de quem tem problemas bucais por conta do excesso de gengiva? Se você pretende passar pelo procedimento, não se esqueça de procurar um profissional capacitado para obter o melhor atendimento e resultado!

gengivoplastia

Gengivoplastia: Muito Mais do que um Procedimento Estético

Com o propósito de melhor a estética do sorriso, deixando-o mais harmonioso, e para melhorar a saúde bucal dos pacientes, com a retirada de gengivas grandes e espaçosas a gengivoplastia é um procedimento que está sendo muito procurado pelos pacientes e indicados pelos melhores profissionais.

Gengivoplastia é a cirurgia ou plástica na gengiva para corrigir ou mudar o tamanho ou a forma da gengiva. Na maioria das pessoas a porção inferior do lábio superior assume uma forma que limita a quantidade de tecido gengival que é exposto quando sorri. Pacientes que possuem uma linha do sorriso alta e/ou dentes anteriores curtos expõem uma larga zona de gengiva, é o que chamamos de sorriso gengival.

Existem ainda indivíduos que apresentam dentes com tamanho e forma normal, a gengiva localizada na posição correta mas expõem a gengiva excessivamente pois têm uma maxila proeminente ou tomam alguma medicação que provoca hiperplasia gengival. Normalmente, pacientes incomodados com esse sorriso gengival chegam à clínica em busca de harmonia e estética na proporção entre o tamanho de seus dentes e faixa de gengiva exposta ao sorrir.

Mas para indicar um procedimento ou realizar em seu paciente é preciso conhecer do que se trata a gengivoplastia, é por isso, que vamos falar um pouco aqui no blog sobre esse assunto. A gengivoplastia é um procedimento cirúrgico odontológico que tem como finalidade refazer o contorno da gengiva nos dentes (envolvendo ou não plastia de tecido ósseo) e geralmente é realizado no próprio consultório do dentista.

A especialidade que trata desse problema estético é a periodontia. É possível realizar esse procedimento de duas maneiras: à laser ou com o bisturi. Ultimamente os procedimentos à laser estão se tornando cada vez mais comuns por conta dos avanços na tecnologia do laser que continuam a tornar as ferramentas mais baratas e fáceis de usar.

Como as causas do sorriso gengival são multifatoriais e nem sempre se resolve apenas com gengivoplastia, é importante passar por um estudo detalhado do profissional a fim de que a cirurgia seja bem indicada. Esta análise inclui medidas, fotografias e radiografias. Além disso, algumas vezes é necessário realizar procedimentos ortodônticos ou protéticos associados.

COMO É FEITA A CIRURGIA?

A cirurgia é simples e indolor. Aplica-se anestesia local e com bisturi refaz-se o contorno da gengiva. Dependendo dos estudos realizados antecipadamente remove-se tecido ósseo ou não. O tempo da cirurgia varia de acordo com a quantidade de dentes que irá ser trabalhada.

O pós-operatório é de aproximadamente uma semana,  e neste período é colocado uma massa protetora no local. Assim, o paciente não sente dor alguma. A mudança é evidente logo após a operação, o resultado final é melhor avaliado em 1 semana. Após esse período, verifica-se inclusive melhora na autoestima dos pacientes, que passam a sorrir com mais naturalidade.

Os lasers podem ser mais precisos e permitir uma cicatrização e cauterização mais rápidas devido ao calor do laser, mas a técnica com o bisturi bem aplicada com toda delicadeza e eficiência que o odontologista possa ter também tem suas vantagens, como o fato de ser um procedimento mais barato e se bem executado pode ser menos doloroso. O valor a ser cobrado do procedimento tem sua variação na quantidade de trabalho a ser realizada, quantas sessões levará para ser concluído.

Além do valor variar de região para região e dependendo do profissional que realizará o procedimento.

moldeira clareamento dental

Moldeira de Clareamento Dental

Assim como muitos pacientes ficam com dúvida sobre o tempo de atendimento num consultório, também existe a dúvida de quanto tempo ficar com a moldeira de clareamento dental quando o paciente decide fazê-lo em casa.

Nesses casos, é de suma importância saber quanto tempo ficar com a moldeira de clareamento dental, já que o uso por mais do que o tempo necessário pode causar problemas à saúde bucal. Para saber quanto tempo ficar com a moldeira de clareamento dental, o primeiro passo é consultar um dentista para que ele diga sobre a forma e duração de uso quando o paciente decide fazer de forma caseira.

Alguns profissionais indicam que o seu uso deve ser feito entre 2 e 4 horas por dia, num período de 2 a 4 semanas. Assim, existem pacientes que optam por dormir com moldeira de clareamento, uma vez que fazendo isso ele não sentirá nenhum incômodo ou desconforto.

Reforçamos que essa informação deve ser confirmada por um profissional da área após uma consulta prévia para obter o diagnóstico. Se você quer tirar suas dúvidas sobre o procedimento e também sobre os desdobramentos que o uso errado da moldeira pode causar, você está no lugar certo! Neste artigo nós iremos abordar todas essas questões. Vamos lá?

O que é clareamento dental e para que serve?

Antes de começar a falar sobre o tempo de uso da moldeira para clareamento dental, é necessário explicar primeiro o que é o clareamento dental e qual é a sua serventia para os pacientes. Esse procedimento nada mais é do que um tratamento feito com auxílio de substâncias químicas de forma a mudar a cor do dente, deixando-o mais branco e bonito, esteticamente falando.

A primeira pergunta que surge quando falamos desse procedimento é: quanto custa em média para realizar esse procedimento? Os valores variam de acordo com a técnica aplicada e também com o local onde será realizado o procedimento.

É após a análise do profissional que ele dirá qual técnica será utilizada no processo, de maneira a empregar a mais eficiente. De toda maneira, os preços variam entre R$700 para o a laser e R$300 para o caseiro. Já as fitas clareadoras podem ser encontradas em farmácias a partir de R$90.

O aconselhado é que um dentista seja consultado para que o paciente saiba qual é o mais adequado. Assim, o que podemos recomendar é que as indicações do profissional sejam seguidas à risca!

Quanto tempo demora para realizar o procedimento? O efeito dura por mais de um ano? Outras perguntas que podem ser feitas são: quanto tempo demora para clarear os dentes e por quanto tempo o efeito dura? O tempo do procedimento varia principalmente conforme o tipo de tratamento escolhido e qual é o tom de cor do dente do paciente. Além disso, ele também varia de paciente para paciente.

Agora, quando falamos na duração do efeito, normalmente é entre um e três anos, após esse período é possível que o paciente realize um retoque do clareamento, que, por sua vez, é realizado num tempo menor do que do branqueamento feito num primeiro momento.

Quais são as formas que esse procedimento pode ser feito?

Como já citamos anteriormente, não é o paciente quem decide qual será o tipo de tratamento escolhido, e sim o profissional, conforme a necessidade do caso. Confira quais são as formas de fazer o clareamento, como são feitos e quanto tempo eles duram normalmente:

  • Clareamento dental caseiro: precisa de um acompanhamento do dentista, que faz uma moldeira para o paciente e fornece gel com base de peróxido de carbamida. Normalmente dura entre 2 a 4 semanas;
  • Clareamento a laser: feita com o gel ativo e uma luz de LED utilizada para clarear os dentes. Normalmente, é feito em 2 ou 3 sessões, com cada uma durando cerca de 40 minutos;
  • Fitas clareadoras: é como uma faixa adesiva transparente que é colada nos dentes com o intuito de deixá-los mais brancos. Esse, entretanto, possui um efeito mais instantâneo de branqueamento.

É necessário tomar muito cuidado quando o procedimento é feito com fitas clareadoras pois o uso em grande escala pode causar sensibilidade e desgaste do esmalte dentário. O primeiro caso também é conhecido como clareamento dental com moldeira, um dos tipos que os pacientes preferem por conta da praticidade. Contudo, é válido ressaltar que, além de não ser escolha somente do paciente, essa técnica também possui desvantagens apesar de seus benefícios.

Confira quais são esses eventuais prejuízos:

  • Normalmente é mais fraco do que o realizado em consultório;
  • Nem sempre o objetivo desejado é alcançado;
  • Demora mais tempo para ser concluído do que o feito a laser;
  • Não possui muita efetividade, pois altera a saturação do dente, e não a cor dele.
  • Sendo assim, apesar de ser mais barato, esse tipo do procedimento pode acabar não agradando muito os pacientes no final do tratamento.

O que acontece se ficar com a moldeira por muito tempo?

Apesar de ser um procedimento que não apresenta riscos muito graves à saúde, o uso do gel clareador presente na moldeira por mais do que o tempo necessário pode causar:

  • Hipersensibilidade dentária;
  • Queimaduras na região da gengiva;
  • Desidratação dos dentes, que aumenta a dor causada pela sensibilidade;
  • Em alguns casos mais graves, o paciente pode desenvolver pulpite também.

O recomendado é que o paciente retire a moldeira caso alguma dessas situações aconteça. Logo em seguida, ele deve lavar a região acometida e procurar o profissional o mais breve possível. Nosso conselho é que sempre seja consultado um dentista antes de realizar o tratamento de clareamento.

Além disso, ele também deve estar presente, acompanhando o andamento para evitar que eventuais problemas e complicações surjam.E se usar a moldeira por pouco tempo, o que acontece?

Aqui, pode acontecer do tratamento não ser devidamente efetivo pelo pouco contato dos dentes com o gel que realiza o branqueamento dos dentes. Portanto, o risco é o dente continuar com uma aparência mais amarelada e também com a estética comprometida.

Apesar da saúde bucal não ser prejudicada, os incômodos ainda permanecem, fazendo com que seja necessário refazer o procedimento. Procure saber quanto tempo ficar com a moldeira de clareamento dental e faça o acompanhamento com um dentista para garantir que o resultado do procedimento seja positivo!

est orofacial

O Conceito de Estética Orofacial

Você já ouviu falar sobre o Conceito de Estética Orofacial, a Odontologia foi ligada apenas à boca, com procedimentos relacionados à saúde bucal e à aparência dos dentes. Contudo, a atuação profissional que tem relação maior com a estética orofacial ganhou mais evidência nos últimos anos.

Você já conhece esse conceito? Ele se trata de uma atuação mais abrangente na Odontologia, então, preparei este conteúdo para esclarecer o assunto.

O que é estética orofacial?

A estética orofacial trata da atuação na Odontologia que também foca a beleza e a harmonização da face do paciente. Assim, além de buscar intervenções que melhorem a saúde e a funcionalidade do sorriso, dos ossos e dos músculos da região, a atuação se preocupa com a autoestima e a satisfação da pessoa.

Dessa maneira, o dentista faz uma avaliação das demais características do paciente para valorizar os resultados alcançados por meio dos tratamentos odontológicos, muitas vezes por meio de procedimentos complementares. Isso faz com que os tratamentos sejam ainda mais completos, já que unem todos os aspectos — saúde, funcionalidade e beleza . Sempre visando encontrar as soluções ideais a cada paciente. Por causa disso, a área também ficou conhecida como harmonização orofacial ou apenas harmonização facial.

Quais são os tratamentos usados?

Existem diversos tipos de procedimentos que podem ser usados em complemento às intervenções odontológicas com o objetivo de melhorar a estética orofacial e promover a harmonização do rosto. Conheça os principais:

  • toxina botulínica ou Botox;
  • preenchimento labial ou facial;
  • skinbooster;
  • microagulhamento;
  • bioestimuladores de colágeno;
  • bichectomia;
  • fios de sustentação;
  • lipo de papada.

Além disso, quando o foco é a melhoria da estética facial, os próprios procedimentos odontológicos fazem parte do processo.

Por exemplo:

  1. clareamento dental;
  2. lentes de contato dentais;
  3. implantes dentários;
  4. gengivoplastia;
  5. tratamento ortodôntico.

Quais problemas podem ser tratados com a estética orofacial?

Com a diversidade de tratamentos ofertados, a estética orofacial consegue intervir em diversos problemas enfrentados pelos pacientes, sempre focando o bem-estar e a autoestima, enquanto também restabelece funções orais, respiratórias e mastigatórias.

Conheça os principais:

  • problemas de mastigação;
  • dores de cabeça e na articulação da mandíbula;
  • problemas na mordida e na posição dos dentes;
  • flacidez da pele;
  • gengiva aparente;
  • assimetrias excessivas;
  • rugas e linhas de expressão.

Por meio dos tratamentos, também é possível afinar o rosto, melhorar os contornos e fazer preenchimentos, além de retirar o excesso de gordura da papada.

Por que investir nesse tipo de tratamento?

A atuação do dentista é essencial para garantir a saúde bucal e a funcionalidade dos dentes. Porém, as correções do sorriso nem sempre são suficientes. Muitas vezes, existem outras características do rosto que trazem incômodos e afetam a autoestima.

Dessa maneira, ao optar por esse tipo de intervenção, o dentista faz um planejamento completo baseado nas queixas do paciente e nas suas características.

Ou seja, é feita uma avaliação profunda da estrutura facial, incluindo ossos, músculos e pele, além da arcada dentária, para entender o que pode ser melhorado e avaliar os tratamentos mais indicados.

Como resultado, você consegue obter melhorias estéticas que equilibram todos os traços da face e do sorriso. Isso valoriza os pontos fortes da sua aparência para elevar a autoestima e promover mais qualidade de vida.

Portanto, a estética orofacial é um cuidado importante adotado pelos dentistas ao oferecer uma atuação completa aos pacientes.

Ele vai além dos tratamentos tradicionais da Odontologia visando oferecer resultados mais satisfatórios, harmonizando todas as características faciais.

prótese dentária amarelada

A Prótese Dentária Pode Ficar Amarelada Por Causa do Tártaro?

Uma vez que o paciente coloca uma prótese dentária, algumas coisas podem deixar a prótese dentária amarelada. Ela serve para substituir a ausência de dentes, e problemas como a má higienização bucal podem deixar a prótese dentária amarelada.

Os principais motivos que deixam a prótese dentária amarelada são: presença de tártaro, desgaste do material com o passar do tempo, tabagismo, má higiene bucal, remédios com doxiciclina, tetraciclina, anti-histamínicos, anti-hipertensivos e antipsicóticos, vinho, café e refrigerante.

É válido lembrar que muitos desses fatores dependem do material de produção da prótese dentária. Além disso, alguns desses pontos em específicos podem deixar a prótese dentária escura, que é um outro problema parecido com o amarelamento. Assim, que tal saber nesse artigo o que deve ser feito e como limpar dentadura amarelada, caso esse seja o seu caso?

O que fazer quando a prótese dentária fica amarelada?

Quando começam a surgir manchas amarelas na prótese dentária, o paciente não deve entrar em pânico. O primeiro passo que deve ser tomado é ir ao dentista para que ele dê as direções corretas. Dessa forma, ele irá indicar qual é a escova dental mais indicada para limpeza, bem como também qual o melhor produto.

Mas o amarelamento da prótese indica a possível presença de tártaro ou que a higiene bucal está sendo mal feita. Logo, é necessário que o paciente tome um maior cuidado com a saúde bucal, fazendo também uma análise odontológica.

Existem problemas que podem surgir com o amarelamento da prótese?

Não foram relatados estudos ou indicações de possíveis problemas que surgem com o amarelamento de próteses. De toda forma, comumente isso gera um incômodo estético. Entretanto, caso não seja o caso de tártaro, o amarelamento não é sinal de doença grave, mas sim de uma possível má alimentação e cuidado. É indispensável que o paciente com uma prótese dentária faça uma ótima escovação e cuide bem da prótese.

Qual é a melhor forma de cuidar da prótese?

Algumas perguntas que podem surgir quando falamos sobre tratamento de amarelamento da prótese são: como limpar a prótese dentária? Eu posso fazer um clareamento dental mesmo com a prótese?

O primeiro passo para evitar problemas de amarelamento, por exemplo, é de tomar muito cuidado com a higiene bucal. Existem recomendações diferentes para pacientes com próteses removíveis e fixas. Confira abaixo:

  • Removíveis: é aconselhado que a limpeza seja feita fora da boca, com uma escova dental e uma pasta de dentes específica;
  • Fixas: a limpeza deve ser feita de forma normal, escovando pelo menos três vezes ao dia e fazendo uso do fio dental.

De tal maneira, uma higienização feita da forma certa pode ajudar que o material não crie placa bacteriana, possíveis desgastes, manchas e nem comece a amarelar.

Tem outras formas de fazer com produtos específicos?

Caso as manchas persistam mesmo fazendo a limpeza, pode ser aplicada uma solução de água com bicarbonato de sódio para ver se ajuda. Também pode ser feito o uso de pastilhas efervescentes para limpar a prótese. Entretanto, o problema das pastilhas é o preço elevado.

O uso de vinagre também pode ajudar na limpeza de dentaduras, sendo necessário utilizar apenas a quantidade suficiente para imergir a dentadura. Durante o dia, é aconselhado que ela fique submersa por 15 minutos. É aconselhado que o paciente sempre retire a dentadura para dormir e deixe-a durante a noite sobre a solução.

Após retirar a dentadura do local onde ela ficou mergulhada, o paciente deve sempre verificar se o tártaro ali presente amoleceu para que, com a escovação, ele seja retirado. Se mesmo assim a prótese continuar escura ou amarelada, é aconselhado que seja levada a um dentista que utilizará abrasivos especiais para clareá-la. Em última instância, será necessário comprar uma nova tendo em vista que não ficarão tão claras como eram quando novas. É possível que o paciente faça um tratamento de clareamento dental, mas ele precisa de um bom planejamento.

Já no caso de remoção de tártaro, o procedimento deve ser feito conforme citado anteriormente. O paciente deve fazer uma boa escovação e limpeza, havendo a possibilidade de também mergulhar a prótese em vinagre para amolecer o tártaro. Contudo, é aconselhado que seja sempre feito um acompanhamento odontológico para poder não apenas limpar a prótese dentária amarelada como também analisar o quadro.

dente permanente não cresce

O Que Fazer Quando o Dente Permanente Não Nasce

Quando os dentes de leite caem e os permanentes demoram a nascer, uma pergunta surge: o que fazer quando o dente permanente não nasce?

Entretanto, o que fazer quando o dente permanente não nasce deverá ser indicado por um profissional da área, tendo em vista que ele possui a formação necessária para que não haja nenhum dano à estrutura óssea facial.

O que fazer quando o dente permanente não nasce irá variar de caso para caso, mas o primeiro passo é sempre o mesmo: marcar uma consulta com um dentista para que ele possa analisar o caso.

O que fazer quando o dente permanente não nasce?

Antes de falarmos o que fazer, devemos primeiro responder por que o dente permanente não nasce?

Para essa pergunta, existem algumas possibilidades de respostas. As respostas são classificadas como fatores sistêmicos, genéticos e locais. De tal maneira, os eventuais contratempos de cada classificação são respectivamente:

  • Sistêmicos;
  • Desnutrição, seja da gestante durante a gravidez ou então da criança;
  • Falta de vitamina D;
  • Doenças endócrinas;
  • Uso de medicamentos;
  • Nascimento prematuro;
  • Genéticos;
  • Má formação do esmalte dentário;
  • Síndrome de Apert;
  • Displasia cleidocraniana;
  • Síndrome de GAPO;
  • Síndrome de Dawn;
  • Osteopetrose;
  • Osteogênese imperfeita.
  • Traumas dentários;
  • Fibromatose gengival;
  • Hiperdontia, que é a quantidade a mais de dentes na boca;
  • Tumores odontogênicos;
  • Anquilose nos dentes decíduos;
  • Perda prematura de dentes de leite;
  • Dentes de leite impactados;
  • Erupção ectópica, que é quando o caminho que o dente percorre é alterado;
  • Atrofias no maxilar.

É recomendado que a partir dos seis meses de vida a criança passe a ser alimentada com mais sólidos para que ela mastigue e consequentemente seja impulsionado o desenvolvimento da estrutura bucal e dentária.

Então, o que fazer?

Uma vez explicado o que pode levar o dente a não crescer, podemos dizer o que deve ser feito quando o dente permanente não nasce. O primeiro passo que deve ser dado é consultar um dentista, que irá analisar o caso para descobrir qual é a causa da não erupção dental.

Após feita uma radiografia no local, que só pode ser feita em crianças com mais de seis anos de idade, o dentista irá tomar a ação necessária para corrigir o problema:

  • Utilizar o mantenedor de espaço ortodôntico, indicado nos casos de perda precoce do dente de leite;
  • Fazer uma ulectomia, cirurgia que abre a gengiva de modo a permitir que o dente nasça. Esse é o procedimento mais indicado e mais eficaz também;
  • Colocar o aparelho ortodôntico que irá puxar os dentes e abrir espaço para que os permanentes possam rasgar a gengiva e ocupar o lugar deles;
  • Esperar em o prazo máximo de um ano para que o dente cresça sozinho.

Nesse último caso, entretanto, é aconselhado que a criança seja levada ao odontopediatra cerca de três meses após a queda do dente decíduo para analisar se o permanente já está para nascer. Em casos que mesmo após dois anos da queda do dente de leite não nasceu outro no lugar, é preciso ir ao dentista para analisar a situação pois pode ser o caso de anodontia.

Esse problema é quando o dente que cai não possui um substituto permanente para ocupar o lugar vazio. Os implantes dentários não são procedimentos adotados durante a infância tendo em vista que eles podem afetar o desenvolvimento da dentição permanente. É válido lembrar, entretanto, que a decisão de qual será o procedimento escolhido depende do quadro que o paciente apresenta.

Existe uma estimativa de tempo para que cada um dos dentes permanentes nasçam?

Assim como é possível ter uma média de com quantos meses de vida cada um dos dentes decíduos nasce, existe também a relação para a dentição permanente. Confira:

  • Incisivos centrais inferiores: entre 6 e 7 anos de idade;
  • Frontais centrais superiores: entre 7 e 8 anos;
  • Incisivos laterais inferiores: 7 a 8 anos;
  • Frontais laterais superiores: de 8 a 9 anos;
  • Primeiros molares inferiores: 9 a 11 anos;
  • Primeiros molares superiores: entre os 10 e 11 anos;
  • Caninos inferiores: de 9 a 11 anos;
  • Caninos superiores: entre 11 e 12 anos;
  • Segundos molares superiores: 10 a 12 anos;
  • Segundos molares inferiores: entre 11 e 12 anos;
  • Terceiros molares superiores e inferiores: entre 17 e 21 anos.

Quais riscos não possuir a dentição permanente traz para a saúde?

Não possuir dente permanente, seja um ou mais, é algo que traz diversos impactos na saúde, isso sem contar o problema estético que causa. Dentre os problemas causados, podemos citar principalmente os problemas na digestão e também a possibilidade de gerar disfunções na ATM por causa do dente ausente.

O impacto na saúde se dá quando os alimentos não são mastigados corretamente e chegam em pedaços maiores no estômago, fazendo com que o processo de digestão e absorção de nutrientes seja mais difícil. Assim como os incisivos e molares, que respectivamente cortam e trituram a comida, o dente canino é muito necessário para realização da alimentação tendo em vista que ele é responsável por rasgar os alimentos.

Agora que você sabe o que fazer quando o dente permanente não nasce, agende uma consulta com um odontologista para que ele analise a situação e tome as devidas providências.

fratura

Como Identificar Tipos de Fratura

Isso mesmo, na verdade existem diversos tipos de fratura dentária e que algumas precisam até de um reimplante dental?

Entre os diversos tipos de fratura se encontra também a fratura na mandíbula, que pode alterar a mordida ou até gerar problemas na articulação temporomandibular. Os tipos de fratura variam em classificação e também em níveis de dor uma vez que pode causar a separação do osso em dois ou mais pedaços.

Estudos apontam que em 40% dos casos de fraturas elas são ocasionados no ambiente doméstico do paciente por algum tipo de descuido. Entretanto, existem diferentes classificações, tipos de fraturas e também formas na qual a fratura pode acontecer.

Como as fraturas são classificadas?

As fraturas são classificadas de três maneiras:

  • De acordo com o caminho no qual a fratura percorre;
  • Localização anatômica da fatura;
  • Se é feita de forma linear ou cominutiva.

Porém, existem diversos tipos de fratura. As rupturas podem acontecer de quatro formas diferentes, sendo eles parcial ou total do osso, aberta ou fechada. Como o próprio nome sugere, a fratura parcial se dá quando uma parte do osso quebra. Por outro lado, a total é quando o osso é quebrado por inteiro.

Ela é considerada fechada quando o osso não abre uma fissura na pele. Em compensação, a aberta é quando o osso rasga a pele e fica exposto. Uma vez que o osso fica para fora, a fratura aberta é mais perigosa do que a fechada.

Quais são os tipos de fratura?

Confira na lista abaixo alguns dos tipos de fratura óssea:

  • Fratura por avulsão: Separação do tendão com o osso causada por uma forte contração do músculo;
  • Fratura cominutiva: Quando o osso é quebrado em vários pedaços;
  • Por esmagamento: Mais comum nas vértebras, acontece quando os ossos são esmagados;
  • Com luxação: Quando a articulação fica desgastada e um osso quebra;
  • Patológica: Causada por uma doença que enfraquece os ossos e provoca a fratura;
  • Fratura em galho verde: O osso é desfigurado mas não chega a quebrar. Mais comum em crianças, doloroso e estável;
  • Incompleta: Quando o osso é não quebra por inteiro mas sim apenas de um lado. Frequente em crianças;
  • Separação óssea: O pedaço do osso quebrado se afasta do restante do osso;
  • Longitudinal: Quando a fratura se dá no eixo do osso;
  • Espiral: Quando o pedaço do osso quebrado gira;
  • Por estresse: Frequente em atletas, quando os ossos se quebram pelo estresse repetido;
  • Oblíqua: Quando a fratura aumenta pela diagonal e assim vai quebrando o osso;
  • Transversa: O osso é quebrado de maneira transversal quanto ao seu eixo;
  • Traumática: Quando é colocado sobre o osso uma força maior do que ele aguenta. Não precisa necessariamente no local do impacto;
  • Fratura simples: Quando apenas o osso é atingido e não tem reflexos sobre a pele ou em estruturas próximas;
  • Complicada: Quando além do osso são atingidos vasos sanguíneos, nervos, músculos e outras estruturas corporais.

Entretanto, é válido ressaltar a importância de procurar por um ortopedista caso sentir dor após um acidente ou queda.

Como fazer o tratamento da maneira adequada

Para que os tratamentos de fraturas tenham êxito, é necessário que exista uma colaboração e cuidados da pessoa que a sofreu. Junto da avaliação médica, serão feitos raios X para analisar a fratura, classificá-la e poder então começar o tratamento.

Contudo, em cada caso será necessário um tipo de cuidado, procedimento e respostas diferentes para as situações. Condições como local da fratura, gravidade, tipo, condição física de quem sofreu e também uma análise do paciente com o médico são importantes para encontrar o melhor tratamento. Entretanto, braces, fixação externa, tração e imobilização com gesso são algumas das opções de tratamento quando é uma fratura que não seja no rosto.

E na odontologia?

Na área da odontologia não é muito diferente uma vez que também existem diversas formas e tipos de fraturas diferentes. Além disso, mudam também os métodos de tratamento para cada tipo de fratura dentária ou mandibular específica.

Em um âmbito geral, elas podem atingir a porção coronária ou radicular, e a forma de analisar cada caso é diferente. Enquanto as fraturas coronárias podem ser percebidas por meio de um exame clínico, as radiculares precisam de um exame de imagem para chegar ao diagnóstico.

Quais tipos de fraturas podem ser observados na odontologia?

O mais comum entre crianças e adolescentes é o traumatismo dentário. Esse tipo de lesão, mais frequente em pessoas do sexo masculino na idade escolar, vai desde uma fratura no esmalte até a perda definitiva do dente. A primeira reação dos pais quando o filho apresenta algum traumatismo dentário é levá-lo a um pronto socorro ou posto de saúde, porém essa atitude está errada.

O certo portanto em casos como este é levar a criança para um cirurgião dentista que irá analisar e diagnosticar o caso para poder fazer o tratamento correto.

Confira abaixo outras possibilidades de fraturas dentárias

  • Fratura em esmalte e fratura em esmalte e dentina: Se consiste na perda de uma parte do esmalte do dente ou então do esmalte e da dentina junto;
  • Fratura coronária: Quebra que envolve o esmalte, a dentina e a polpa;
  • De coroa e raiz: Além do esmalte, dentina e polpa, este tipo de fratura envolve também o cemento. Pode acontecer no sentido axial ou horizontal;
  • Fratura radicular: Envolve também a mobilidade do dente além da dentina, cemento e polpa;
  • Fratura da parede e processo alveolar: Fratura que envolve a parede óssea do alvéolo, podendo afetar o dente;
  • Concussão: Ferida no suporte do dente que não causa perda ou deslocamento do dente;
  • Subluxação: Ferida no suporte do dente que causa hemorragia na gengiva;
  • Luxação intrusiva: Desvio do dente em relação ao osso alveolar. A coroa se encurta e a gengiva sangra;
  • Luxação lateral: O dente se desloca para os sentidos palatino, vestibular, mesial ou distal;
  • Luxação extrusiva: Parte do dente se desloca para fora o alvéolo;
  • Avulsão: perda total do dente. O alvéolo fica vazio ou cheio de coágulos de sangue;

Além destes, pode ocorrer nas crianças um traumatismo nos dentes de leite após algum acidente ou queda.

E as fraturas mandibulares?

As fraturas na mandíbula são casos um pouco mais específicos. Confira-os abaixo:

  • Fratura do maxilar inferior (mandíbula): Comuns em pacientes após algum traumatismo derivado da má oclusão ou então um edema local e dor na mandíbula;
  • Fratura na face média: Causada por uma má oclusão traumática e até fraturas do rebordo alveolar superior que podem causar uma fratura maxilar envolvendo a superfície da oclusão;

Relacionadas ao maxilar também estão a fratura do arco zigomático e a fratura do assoalho da órbita.

O que pode causar essas fraturas?

Uma vez que a grande maioria dos casos de fraturas radiculares são relacionados a acidentes, quase todos são considerados traumáticos. Sejam por acidentes automobilísticos, domésticos ou então agressão física. Restaurações e preparos endodônticos de canais radiculares também podem enfraquecer os dentes, aumentando a possibilidade de ocorrerem fraturas e trincas radiculares ao mastigar.

Como fazer o tratamento?

Assim como nos outros tipos de fraturas aqui mencionadas, é válido ressaltar que o tratamento para as fraturas dentárias e mandibulares depende do paciente para ser bem sucedido. Fatores como localização, complicação da fratura e tempo entre o traumatismo e também a primeira consulta odontológica para analisar influenciam sobre o diagnóstico para os dentistas.

Quando este trauma não é relacionado à dores, sangramento, deslocamento ou perda de dentes, existe uma demora para conseguir encontrar qual será o tratamento necessário, e isso aumenta o risco de maiores complicações. A ação clínica, bem como o tratamento, depende da gravidade da fratura e de qual dente se trata, sem contar com a presença da dor no paciente. Para definir qual tratamento será utilizado a condição de saúde do paciente também é determinante.

Os tratamentos podem ser feitos de duas formas:

  • Restauração em resina: Também conhecidas como restaurações brancas, são comuns atualmente principalmente em casos de fraturas leves nos dentes;
  • Reimplante dentário: Único tratamento para os traumas mais brutos, no qual se recoloca o dente no alvéolo. Simples e tem sucesso em 90% dos casos quando feito da forma apropriada;

Sendo assim, caso apresente algum tipo de dor dental ou na mandíbula, faça uma avaliação ortodôntica para poder saber se você se encaixa dentre os tipos de fratura, e fazer o tratamento correto.

carie sem sentir dor

Será que posso ter cárie sem sentir dor no dente?

Os sintomas mais conhecidos dessa doença é a dor após a ingestão de alimentos doces, quentes ou frios e, por isto, logo que se nota uma dor de dente, a primeira associação que as pessoas costumam fazer é com a cárie. Mas você já pode ter ouvido relatos de alguém ou até mesmo já pode ter passado pela situação de chegar ao consultório odontológico para uma consulta de rotina, sem estar apresentando sintoma algum e, então, descobrir que tem cárie. Mas será que é possível que a cárie surja mesmo sem dor?

A cárie dentária está relacionada à destruição dos tecidos duros do dente. Ela é uma doença que depende de vários fatores para ocorrer e progredir. Uma alimentação rica em açúcares e hábitos deficientes de higienização estão entre as principais causas da doença. Restos alimentares que ficam na boca e não são devidamente removidos são decompostos pela ação de bactérias que produzem um ácido que corrói as estruturas do dente, levando à perda de minerais.

Lesões nos dentes, como manchas brancas, acastanhadas ou enegrecidas e cavidades na superfície são sinais da doença cárie. Um sinal que também pode ser indicativo de lesão de cárie é percebido no momento de usar o fio dental: caso ele esteja rasgando ou desfiando ao ser introduzido entre os dentes, o fio pode estar se prendendo no tecido cariado, que fica rugoso. Apesar de a dor ser um dos sintomas mais conhecidos desse problema, é sim possível ter cárie sem sentir dor, pois os sintomas dolorosos costumam aparecer quando a doença está em um estágio mais avançado. Essa dor deve ainda ser diferenciada pelo dentista de uma sensibilidade dentária devida a outras causas, como por exemplo, a retração gengival.

Como a dor costuma surgir nos estágios mais avançados da cárie, você pode estar se perguntando: “mas então, como posso saber se estou com cárie?”. É nesse momento que se justifica a tão comum recomendação de visitar seu dentista com frequência mínima de seis em seis meses, independentemente de haver ou não algum sintoma. Além disso, ter uma dieta equilibrada, evitando alta frequência de ingestão de doces e bebidas açucaradas, realizar uma boa higienização após as principais refeições e antes de dormir com o uso de fio dental, e escova macia e técnica correta são hábitos que ajudam a evitar o surgimento da doença. Agende já sua avaliação conosco e cuide bem do seu sorriso!

um espaço para cuidar do seu sorriso e autoestima

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